Modelo Pedagógico

O modelo pedagógico adotado pelo Colégio Presbiteriano de Tatuí é o cognitivo<=>interacionista. Trabalha-se com o conceito de conhecimento transmitido a partir de uma base de raciocínio dedutivo associado ao método indutivo da construção do entendimento. Nessa interação entre o aluno com o objeto do conhecimento mediante a orientação e intervenção do educador constrói o saber.
 
Na relação educando<=>educador repousa a essência da aprendizagem do modelo apresentado. Mediante observância do que Hendricks chama de as sete leis do ensino, podemos depreender:
 
1- a lei do professor: que deve basear o ensino em uma rica experiência de constante crescimento pessoal;
 
2- a lei do ensino: que instrui o professor a dominar a matéria e conhecer muito bem as pessoas a quem ensina;
 
3- a lei da atividade: que implica envolver os alunos em uma experiência altamente educativa;
 
4- a lei da comunicação: que manda construir pontes entre o comunicador e o receptor;
 
5- a lei do coração: que identifica como ensino de impacto aquele que atinge a personalidade como um todo, ou seja, intelecto, sentimento e vontade;
 
6- a lei da motivação: que significa descobrir e trabalhar as motivações humanas, tanto intrínsecas como extrínsecas;
 
7- a lei da preparação prévia: pela qual o educador deve ser preparado para ensinar e o educando deve ser preparado para aprender.
Considerando que toda atividade educacional transmite uma filosofia de vida, esse modelo pedagógico está calcado no pensamento e na estrutura cognitiva da Cosmovisão Cristã Reformada. Ela está moldada nas pressuposições contidas na Bíblia. Entende-se que é ao crivo da Bíblia que deve ser submetido todo labor humano formador
 
de conhecimento e cultura. Também particularmente as estruturas de pensamento, em postura de constante exame de todas as coisas com o fim de reter o bem.
 
A marca social do humanismo materialista no mundo contemporâneo é transmitida às novas gerações das mais diversas maneiras. Acaba por moldar seu pensar e agir. Os principais reflexos dessa concepção de mundo são: o individualismo exacerbado, o consumismo e a crise de valores que mina os fundamentos da estrutura familiar.
 
A proposta de desenvolver uma educação fundamentada em uma concepção de sociedade sob a perspectiva cristã implica desenvolver uma cultura que considere Deus seu fundamento. Nesse sentido, o amor e a verdade apresentam-se como os principais valores basilares capazes de conduzir o ser humano a uma postura saudável e equilibrada no seu relacionamento com seu Criador, consigo mesmo e com o meio social em que vive.
 
Essa concepção social exige a formação de novas gerações à luz dessa Cosmovisão.
O instrumento para isso é uma educação qualificada e transformadora, o que implica compreender o aluno como um ser em desenvolvimento, com presença singular e ativa no mundo, porém interativa, pois tal ação não acontece de forma unilateral ou isolada.
A formação da identidade social do aluno tem como pressuposto a formação
 
de sua identificação individual com seu Criador.
A ausência do conhecimento pleno e revelador do ser divino tal como se apresenta hoje, impede o homem moderno de reconhecer sua verdadeira atuação sócio-cultural.
Dessa maneira, esse mesmo aluno reconhecerá - ou recuperará - sua origem e dependência em relação a Deus.
 
As práticas pedagógicas devem, portanto, considerar o aluno como ser inteligente, criativo, relacional, capaz de aprender, com limites a serem superados e potenciais a ser desenvolvido. Nessa mesma linha devem ser considerados o papel do educador, no processo de ensino<=>aprendizagem, na abordagem dos conteúdos e no processo avaliativo.
 
Finalmente, considera-se o conhecimento como representação mental de relações, não linear, não imediato, mas composto de uma série de objetos de conhecimento acumulado pela humanidade (linguísticos, matemáticos, históricos, das ciências naturais, geográficos, artísticos, etc.), concretizando-se na relação interativa dos conteúdos e dos atores – educadores e educandos – que participam do processo de ensino e aprendizagem.
 
A proposta curricular, não sendo fim em si mesma, deve estar sempre sujeita à revisão que busca a qualidade, calcada, porém, em valores que, por serem eternos e absolutos, são inalteráveis, ou seja, os valores da Palavra de Deus. São esses os valores que sustentam a formação dos alunos, sob tal proposta educacional.
 
Pode-se conhecer melhor o conteúdo do propósito educacional consultando, no Colégio Presbiteriano de Tatuí o plano registrado no órgão oficial de ensino.

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