Capelania

Ano novo: visão nova!
 

Rev. Carlos Alberto Henrique
Capelão institucional do Instituto Presbiteriano Mackenzie.

 

“Elevo os olhos para os montes; de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”. (Salmo 121.1,2).

Como conceituar o momento pelo qual a sociedade vem passando? Como definir essa época de expectação, de incertezas, de dúvidas, de corrupção sem precedentes? O mundo de hoje é muito complicado e as possibilidades de definições são várias, pois a sociedade possui muitas informações e é formada por diferenças culturais tremendas. Um cenário onde muitos podem dar as suas próprias definições e podem chegar às suas próprias conclusões. 

Como reagir diante de tanta violência, de tantos profetas do caos, de uma mídia que bombardeia as mentes com informações das mais estranhas às mais grotescas possíveis? Vivemos num mundo de tantas desesperanças, de competitividade acirrada e desonesta. Será que ainda há esperança? Se há, “De onde nos virá o socorro?”.

Para que se possa responder a essa questão, precisamos saber o que queremos da nossa vida, para onde estamos caminhando em nossa existência e qual é a visão que temos deste mundo, pois nossa cosmovisão dará respostas diferentes à pergunta proposta.

E. Paul Hovey disse: “O mundo de um cego é definido pelos limites de seu tato; o mundo de um homem ignorante, pelos limites de seu conhecimento; o mundo de um grande homem é definido por sua visão”. Por isso, precisamos saber a maneira como queremos definir o mundo e, se nos decidimos a interpretá-lo a partir da nossa visão, que ela seja grande, clara, ética e fundamentada em valores sólidos e insolúveis, que seja fundamentada nos valores da Palavra de Deus. 

Katherine Logan afirmou: “Uma visão prediz o que pode acontecer. É um convite para fazer alguma coisa. Quando concebemos mentalmente uma imagem, vamos de uma conquista para outra, usando as coisas à nossa volta como trampolins para alcançar aquilo que é mais alto, melhor e que traz satisfação. Tornamo-nos, assim, possuidores de valores não palpáveis, mas eternos”. 

A pergunta que fizemos já foi feita há mais de dois mil anos e, também, já foi respondida. A resposta dada é relativa à visão que o questionador tinha do mundo da sua época. O texto mais completo diz: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra”.

Percebemos que a visão do salmista estava focada em algo bem superior aos valores terrenos e materiais. Ele olhava para além das mais altas montanhas, para buscar uma resposta que não estivesse alicerçada em seus próprios valores, mas nos valores eternos. Por isso, ele responde que o seu socorro viria do Senhor. 

Hoje muitos buscam socorro nas drogas, nos vícios, nos prazeres físicos transitórios e temporais, na rebeldia, nas fugas e, às vezes, no próprio extermínio de si mesmo. Onde nós buscamos o socorro para a nossa vida nesse tempo de tantas incertezas? Onde você está buscando socorro para a sua vida? A sua resposta dependerá da visão que você tem da sua vida e da sua existência neste mundo. Será de acordo com a sua visão que virá a sua resposta, quer seja ela verbalizada ou não.

Que, ao iniciarmos mais um ano, revejamos nossos pressupostos, nossos valores éticos e morais, nossas crenças... Quem sabe não seja o momento oportuno para uma mudança de paradigmas? Quem sabe não é este o tempo propício para assumirmos uma cosmovisão cristã, bíblica, firmada nos ensinos de Cristo? Pense nisso!

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

(Inter)dependência ou morte

Dario de Araújo Cardoso Professor Assistente de Teologia Pastoral do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper.
 
Neste dia 7 de setembro comemoramos 193 anos da proclamação da Independência do Brasil. Esse ato, frequentemente idealizado e tão distante no tempo, é o marco temporal do processo de desvinculação política de nosso país em relação à Coroa portuguesa. Dados sobre antecedentes e decorrências desse processo podem ser conhecidos nas pesquisas e análises históricas. Aqui basta-nos lembrar que esse não foi um acontecimento isolado, mas diversos países do continente americano firmaram por diferentes meios a sua independência.
 
Pensemos um pouco sobre a natureza desse anseio por independência que caracterizou aquele período. Talvez o marco mais evidente dessa ideologia seja a Revolução Francesa, onde os princípios de liberdade, igualdade, fraternidade foram o lema da derrubada da monarquia absolutista na França. A ideia de não se sujeitar a um poder soberano espalhou-se em diversos níveis da existência humana. Inspirou Estados, como o Brasil, a lutar por sua independência e chegou a atingir até o modo de relacionamento do homem com Deus. Os graus de impacto dessa ideia também foram diferentes. Por exemplo, nos Estados Unidos formou-se uma república, no Brasil um império. Uma clara diferença no modo de compreensão do que a independência significava.
 
Parece-me que um elemento que está presente em todos esses níveis e compreensões é o conceito paralelo de autonomia. Independência geralmente é entendida como a capacidade de autogovernar-se e dirigir os seus próprios caminhos.
 
Surge aqui uma questão teológica que devemos considerar em relação ao nosso país, às nossas instituições e em relação a nós mesmos. Especialmente no momento de turbulência institucional que atravessamos. Será que esse modelo de andar pelos seus próprios caminhos, sem prestar contas a ninguém, é um modelo adequado e benéfico?
 
A ideia de que somos moralmente capazes de escolher os melhores caminhos está sendo posta em cheque quando observamos estarrecidos que o bem público tem sido sistematicamente subjugado a interesses particulares. O Contrato Social proposto por Rousseau mais uma vez mostra sua fragilidade conceitual. No entanto, a capacidade moral sempre foi negada pelo ensino bíblico-reformado, que afirma que todos os homens são pecadores, corruptos e necessitados de salvação. Veja Salmo 14.2-3: “Do céu olha o SENHOR para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus. Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer”. Veja também Romanos 3.23-24: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”. Por isso, nesse mês de comemorações da Independência do Brasil, quero chamar sua atenção para dois aspectos.
 
O primeiro é o perigo de propor ou buscar uma independência absoluta. Nem países nem pessoas são plenamente independentes. É assim tanto no campo humano quanto no divino. Fomos criados seres interdependentes; precisamos uns dos outros para existir. Não se deve aceitar qualquer tipo de opressão ou exploração de um homem pelo outro ou de um país pelo outro. Mas isso não quer dizer que podemos viver sem precisar do outro e, especialmente, sem precisar de Deus. Como nação e como pessoas, somos dependentes de muitas coisas e de muitos outros. Sobretudo, somos dependentes de Deus. Negar isso é mentir ou rumar para a destruição. Precisamos ser realistas e humildes para reconhecer que, se aqui estamos, é porque fomos ajudados e sustentados por Deus e por aqueles que Ele estabeleceu para cooperar para o nosso bem.
 
O segundo aspecto a destacar é que a independência ressalta a responsabilidade que temos sobre nossos atos e caminhos. Devemos assumir quem somos e fazemos e assim agir de modo condizente com a posição que Deus nos colocou. Paulo escreveu: “Ande cada um segundo o Senhor lhe tem distribuído, cada um conforme Deus o tem chamado” (1 Coríntios 7.17). Isso quer dizer que não importa se somos uma colônia ou um país soberano, se somos escravos ou livres, temos o dever de dirigir corretamente os nossos caminhos sabendo que prestaremos conta do que fizemos. Mas, se Deus nos colocou em condição de independência e liberdade, devemos fazer uso sábio e produtivo dessa condição. A independência bíblica é aquela que rejeita o pecado, luta contra a opressão e faz bem ao próximo. Jesus disse: “Todo o que comete pecado é escravo do pecado” (João 8.34). Um país verdadeiramente livre é aquele que conhece e pratica a verdade.
 
Assim, vamos juntos pedir a Deus, de quem tudo depende, que conduza a todos os que dirigem o Brasil e nos conceda vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade (1 Timóteo 2.2). Especialmente oremos para que Ele nos liberte da corrupção e da opressão social a que muitos ainda estão submetidos. Só Deus, por meio de Jesus Cristo, pode fazer novas todas as coisas.
 
Também assumamos nossa responsabilidade na vida do Brasil. Em todos os lugares e funções que desempenharmos, manifestemos o temor de Deus, a justiça e o empenho pelo bem de nosso próximo (Miqueias 6.8). Assim, ajudados por Deus, promoveremos ao nosso redor um espaço abençoado e abençoador. E quanto mais pessoas estiverem comprometidas com Deus, com a justiça e com a misericórdia, mais feliz será a vida de nossa nação.
 
Passado, Presente e Futuro.
 
Conheço muita gente que vive presa ao passado e também muita gente que anda ansiosa pelo futuro. Guardadas as devidas proporções penso que os dois sentimentos são nocivos à felicidade de qualquer individuo.
 
Há pessoas que por conta das frustações presentes só conseguem afirmar-se ao olhar para o passado, quando trazem a tona todos os seus feitos ou momentos de alegria que um dia já foram vivenciados. Sei muito bem que a palavra de Deus nos habilita a olhar para o passado de forma a trazer esperança para nossa mente, como está escrito em Lamentações de Jeremias 3.21. Mas é preciso que se tome cuidado, pois ao “viajar” ao passado podemos estar negligenciando o presente e até mesmo mascarando algum sentimento de frustação.
 
É claro que nosso passado é nossa história, é a soma de tudo o que somos; nossas lutas, nossas derrotas, vitórias, alegrias e tristezas, acertos e erros etc. em síntese somos um pouco mais hoje daquilo que já fomos ontem. Mas é preciso que fique bem claro que o presente é a chance de fazermos tudo outro vez e de forma certa, hoje é o dia que o Senhor fez, e precisamos vive-lo intensamente, e em toda sua plenitude. O apostolo Paulo nos ensina muito bem em Filipenses 4.13-14, onde ele diz: “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas faço uma coisa: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.’’
 
Presente igual a dádiva...
 
Por outro lado há pessoas que não conseguem viver o presente porque vivem ansiosas demais pelo futuro. A mente dessas pessoas não consegue relaxar e aproveitar o que está se vivendo de tal forma a perturbar-se com aquilo que não se sabe se realmente irá acontecer.
 
Alguns indivíduos vivem presos a um sentimento de pânico e medo daquilo que pode acontecer, vivem num estado mental tão perturbador que não conseguem viver hoje e aproveitar toda a beleza do presente. Aos ansiosos, Jesus Cristo adverte: ‘‘Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal’’.
 
As palavras do Mestre no sermão da montanha são fantásticas e nos trazem alivio a alma! Tiram de nossa mente todo peso e toda angustia de pensar naquilo que ainda não aconteceu ou que poderá acontecer. Veja também o que o apostolo Pedro diz em sua primeira carta capitulo 5 verso 7: Lançando sobre Deus toda nossa ansiedade porque ele tem cuidado de nós...
 
Deus te deu um Presente! Receba-o com muito carinho e viva acreditando que o melhor de Deus ainda está por vir...
 
 

 

Folhas...

 

 

 

 

 

 

                É Outono, meia estação, temperatura amena, no findar da noite aquele friozinho gostoso pra dormir... É nessa época que a maioria das frutas aparecem fazendo de nós pessoas mais felizes, é também agora que as folhas secam e vão aos poucos caindo, caindo, caindo...

                      E por falar em folhas secas caindo, você já parou para observar tal fenômeno? Já não se vê mais o verde escuro e nem o brilho delas, agora estão perdendo a sua cor e bem devagar vão secando. Primeiro ela se desprendo do galho e depois o vento a carrega levando-a sem direção, subindo e descendo às vezes batendo no chão...

                Não obstante, a folha, objeto dessa reflexão, às vezes se parece muito com a nossa vida, pois a nossa vida também é marcada por estações. Estação da felicidade, estação da tristeza, estação da doença, da saúde etc. E o que na realidade tem acontecido é que existem momentos em nossa jornada que nos vemos como a folha seca. Jogada pra lá e pra cá, sem direção, ao léu, seca, sem cor, sem vida...

                     Você se sente dessa forma? Uma folha seca no outono? Se a resposta foi sim,  tenho uma excelente noticia para você...

                   Em Deus e mais precisamente em sua palavra você pode encontrar conforto para sua vida. N’Ele você pode encontrar restauração para sua vida e respostas para seus dilemas e suas perguntas. Ele tem poder para restaurar a sua vida, te deixar verde como uma folha nova e fazer com que você brilhe novamente.

                     Veja o que Jesus diz em sua palavra: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”. Mateus 11.28.

                     Sua palavra diz também: “Entrega teu caminho ao Senhor, confia N’Ele e o mais ele fará”. Salmos 37:5.

                   Existe uma promessa para aqueles que confiam no Senhor Jesus. Promessa de que Ele irá ajudar e que estará sempre junto, e que em Jesus haverá alívio para sua vida...

                     Entregue hoje a folha que é sua vida nas mãos desse Deus (Jesus Cristo) e sinta todo o Amor que o Pai (Deus) tem para com você. Fazendo assim com certeza você conseguirá ver toda a beleza do Outono que Deus quer trazer à sua vida...

 

Capelão Samuel Faria

 

 

 

 

 

 Descanse!

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”. Mateus 11:28

As palavras acima ditas por Jesus são bem conhecidas para muitas pessoas, e principalmente no meio Cristão, pois expressam além do convite a Ele (Jesus), também chama as pessoas a um aliviar de peso daquilo que elas carregam consigo como fardo e que, não deveriam carregar. E ainda vai além, porque o convite traz consigo uma libertação de peso espiritual que só Jesus pode proporcionar.

Contudo em suas palavras finais do capítulo onze Jesus está fazendo o fechamento daquilo que ele está advertindo a partir do verso dezesseis do mesmo capítulo. Jesus assemelha os homens de sua geração aos meninos na praça, e os adverte a não ser como eles. Meninos que se assentam na praça para dançar ou lamentar, porem não o querem faze-lo. A crítica do Mestre deixa bem claro que aquela geração parecia nunca estar contente, parecia nunca estar satisfeita com qualquer coisa que pudesse ser feita.

Apesar do passar do tempo, podemos também, assim como Jesus, assemelhar esta geração aos meninos daquela época, pois essa a não ser na questão da modernidade essa geração em nada é diferente daquela. O que vemos hoje são pessoas insatisfeitas com tudo e com todos. Isso mesmo, se estão trabalhando, querem férias, se estão de férias, não se desligam do trabalho, se Deus abençoa, acham que falta alguma coisa, se Ele não abençoa, reclamam pela provação. Fato é que a humanidade não consegue ser sensível ao convite de Descanso feito por Jesus. Alívio e descanso de cargas emocionais, espirituais e até mesmo físicas é a proposta feita por Ele.

Só mesmo um Deus poderia proporcionar tal alívio, e Jesus nos convida para que descansemos em seus cuidados, que aliviemos as nossas cargas que têm nos sobrecarregado e assim poder de fato e de verdade descansar.

Por isso, nosso desejo é que você encontre o verdadeiro descanso em Jesus, e que sua vida não seja pesada em qualquer esfera dela, e que nessas férias você e sua família possa experimentar o verdadeiro descanso em Jesus Cristo!

Que você tenha ótimas férias, e que você aproveite tudo o que de bom lhe acontecer na presença do verdadeiro descanso, Jesus...

Capelão Professor Samuel Faria

Assassina!

Assassina! Sim, você mesmo cruz, vergonha e repudio vertem de suas fissuras, vil e má, sombria, podemos chama-la daquela que não possui sentimentos, Assassina! Assassina de um inocente homem que no passado era Deus, e agora ainda que não deixasse em sua essência o ser Deus, se despiu da Glória de sê-lo para que experimentasse do cálice da ira de Deus (Pai). Não, não há confusão, isso mesmo ‘‘são’’ o mesmo Deus em essência, porém distintos em pessoa. O Pai e o Filho e o Espirito Santo em uma missão dolorosa em nome de seu atributo mais puro, o Amor. Amor revelado naquela que é capaz de assassinar alguém que tanto amou... Estou certo de que se aquela assassina soubesse quem carregara, jamais o teria feito, com certeza não consentiria em sua morte como o fizeram aqueles que em grande e alto som exclamavam: Crucifica-o! Crucifica-o! Ah se ela soubesse ou pudesse imaginar o tamanho do Amor, infinito à nossa compreensão, ou a dor que aquele inocente suportou. Não, não consentiria, jamais permitiria tamanha crueldade... Assassina! Assassina! Quem foi que te fez assim t

 

ão parecida com os seres chamados de humanos, mas que nada têm de humanidade a não ser a crueldade em seus corações? Porque devora inocentes? E assim como os humanos, qual é o seu prazer nisso? Não se engane assim como os humanos você não ficará impune... Receberás o devido pagamento pelo que fez. Pode ter assassinado o inocente homem, mas jamais, e se pensaste que poderia mata-lo para sempre, se enganou em sua soberba, quem mataria o Deus-homem? Louca! Acaso pensas como aqueles que gritaram crucifica-o, pensou que poderia cessar o seu poder? Saiba que o seu poder vem do Amor, tudo N’Ele gira em torno desse sentimento excelso, e esse Amor clama ao mesmo tempo por justiça e misericórdia, por satisfação da ira, mas também por graça. Sim, ele não permaneceu morto, antes seu Amor e poder O ressuscitou para que pudesse completar a sua missão de redenção e agora posso ver a sua vergonha, nem posso mais chama-la de assassina, pois Ele você não matou... Ele você não calou... Você foi derrotada pelo amor D’ele, que o levantou ao terceiro dia, triunfando sobre a morte que você outrora intentara contra Ele... Agora assim como aqueles humanos que um dia gritaram as loucas palavras de ordem, crucifica-o, posso ver a sua derrota e sua cara de espanto diante do seu infinito poder... Na verdade te perdoo por pensar assim, e não só a você, mas também aqueles, porque na verdade nem você e muito menos aqueles, foram quem o matou. Na verdade Ele mesmo se deu, ninguém tirou a sua vida, ele mesmo se entregou por causa do seu AMOR!

''Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la... Ninguém me tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai.'' João 10:17-18

                                                                                                                                                                                                                 Presb. Samuel Faria

 
 
O Ciclo da Vida e a Confiança em Deus!
 

Mais um ano começa e como sempre todos nós estamos cheios de expectativas, planos, projetos, promessas e não raro apreensivos. Ano após ano, o ritual é o mesmo, parece que a nossa bateria se recarrega como num passe de mágica. É o final/começo, o ciclo anual, mais uma etapa cumprida e outra que se inicia, nosso planeta completou o movimento de Translação e lá vamos nós começarmos tudo outra vez...

Agora por um instante pense comigo; Deus não vive na Terra, não precisa dormir, nem precisa de Sol, não come, não planta, não colhe e etc. Deus é Eterno e não vive como nós, Ele está em outra dimensão e seus dias não se podem contar, a Bíblia diz que para Deus mil anos é como um dia, ela também diz que Ele é o começo de todas as coisas e também o fim.

Continue pensando comigo... Pense bem, como é bom confiar em um Deus que é Eterno e que não dorme, quenão está preso a este tempo (melhor dizendo, que é Senhor do tempo), que é absoluto em poder. Certa vez Jesus Cristo advertiu os seus discípulos dizendo a eles que não se preocupassem com dia de amanhã, pois eles por mais que pudessem se esforçar jamais conseguiriam acrescentar nada de novo a suas vidas, naquela ocasião Jesus disse:basta a cada dia o seu mal. Meu conselho para vocês é: Confie no Senhor Jesus Cristo, coloque cada um dos seus dias nas mãos D’Ele e viva cada dia esperando e confiando neste Deus que é Eterno e que está cuidando de você...

A Capelania do Colégio Presbiteriano deseja um 2014 abençoado para você e sua família.

“Entrega teu caminho ao Senhor e confia N’Ele e o mais Ele fará”.

Salmos 37:5

Capelão Prof. Samuel Faria

 

 
 
 
CHEGOU A PRIMAVERA!
 
‘‘Aparecem flores sobre a terra, e chegou o tempo de cantar; já se ouve em nossa terra o arrulhar dos pombos’’.
 Cânticos 2:12
 
Guardem os cobertores, esqueçam os casacos pesados, as botas, os cachecóis, a meia grossa, a pele ressecada, a preguiça do tomar banho, a fumaça branca ao respirar, a vontade de ficar deitado um pouco mais na cama pois lá fora há frio... Esqueça as árvores secas que parecem sem vida, o céu cinzento, o vento cortante, a corrente marítima que mesmo ao Sol fica impossível de se banhar  em águas tão frias.
               Vejo flores nascendo, pássaros em revoadas, animais que acordam e voltam ao seu habitat natural, céu azul e estrelas a noite num universo infinito, porém visível... Vejo pessoas, alegres sorrindo como as flores que começam a desabrochar. Não consigo ver, mas sei que em toda a natureza há pólen, há vida começando a nascer, há florada nas árvores porque Chegou a Primavera!
               Chegou para a nossa alegria (já dizia os irmãos do youtube) e que essa estação traga para sua vida um novo tempo, uma esperança nova, porém no mesmo Deus que é Jesus Cristo e que ela traga novos sonhos, novos projetos, novas realizações, novas flores e frutos para enfeitar sua vida... Floresça afinal de contas CHEGOU A PRIMAVERA!
 
 
Capelão Samuel Faria

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